Assisti a um documentário no Canal History Brasil, que contou sobre o treinamento de gatos para operações de espionagens durante a segunda guerra mundial.
Os militares apostaram milhares de dólares nesse processo, porque sabiam que gatos são inteligentes, observadores, silenciosos e se esgueiram em todo canto, inclusive a noite.
Parecia um bom plano, então treinaram dezenas deles. Acontece que nenhum parecia dar o retorno esperado. Eles até obedeciam, mas no seu próprio tempo.
Após meses de treinamentos, finalmente um deles foi escolhido como o agente perfeito, um gatinho preto ainda jovem e viril.
Implantaram escutas no abdômen do bichano e o levaram de carro, tipo furgão, até uma praça pública, onde conhecida por todos, inimigos disfarçados se reuniam.
Todos a postos, escutas devidamente ligadas e ansiedade por conta dos treinadores. A CIA estava certa de que haviam escolhido a tática perfeita, então autorizaram a abertura da porta e assim o gatinho saiu em direção à tal praça. Um minuto depois foi atropelado e morreu em instantes.
Nenhum dos homens, em sua louca ganância de poder, pensou que deveriam ao menos estacionar do lado certo da rua. Tragicômico, no mínimo.
Depois desta louca experiência e muito dinheiro gasto em vão, desistiram dos gatos, porque entenderam que eles não estão nem aí para agradar. São criaturas livres. Dão de ombros para quaisquer autoridades. Sem modéstia alguma, sabem que são da realeza, feitos para serem servidos, nunca para servir.

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